segunda-feira, 02/11/2026

26° Guarulhos Parcialmente nublado · máx 26° mín 18°

Guardas municipais de SP lamentam falecimento de colega durante treino de condicionamento físico

Na manhã desta segunda-feira (2), a cidade de São Paulo recebeu a triste notícia da morte de um guarda civil metropolitano, Fábio dos Santos, de 53 anos, durante um treinamento físico na Zona Leste.…

Compartilhe:

Na manhã desta segunda-feira (2), a cidade de São Paulo recebeu a triste notícia da morte de um guarda civil metropolitano, Fábio dos Santos, de 53 anos, durante um treinamento físico na Zona Leste. O episódio ocorreu no Jardim Matarazzo, onde Fábio participava de uma atividade opcional voltada a agentes voluntários.

Segundo informações do boletim de ocorrência, o guarda havia completado um percurso de corrida e uma dinâmica chamada “ponto a ponto”. Em um intervalo para descanso e alimentação, ele se levantou e comentou com um colega que estava sentindo dores nas costas, resultado de um travamento na coluna. Infelizmente, pouco depois, ele desmaiou.

Um colega de trabalho que estava presente iniciou imediatamente as manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP), e Fábio foi rapidamente levado ao Pronto-Socorro do Hospital São Miguel. Apesar das tentativas da equipe médica, a morte foi confirmada às 10h06.

As investigações da Polícia Civil levantaram a questão da saúde de Fábio, que não apresentava, segundo seus colegas, doenças preexistentes. Sua esposa, Denise de Avila Santos, também não tinha conhecimento de problemas cardíacos, hipertensão ou diabetes. Denise relatou que Fábio havia realizado exames de rotina no ano anterior, que não mostraram anomalias. Recentemente, no entanto, ele havia ajudado em uma mudança, carregando móveis pesados e, desde então, vinha reclamando de dores no corpo.

Além disso, ele também atribuiu algumas das dores ao uso prolongado de armamento pesado durante os serviços da semana anterior. Fábio, que tinha mais de 20 anos de experiência na corporação, estava animado para participar do treinamento. O caso foi registrado como morte suspeita, sem causa aparente, e a Polícia Civil solicitou exames necroscópicos e toxicológicos ao Instituto Médico-Legal (IML) para esclarecer o que ocorreu.

A Prefeitura de São Paulo foi contatada e ainda não se manifestou sobre o incidente, que deixa a comunidade da Guarda Civil Metropolitana abalada.

Crédito da imagem: Viatura da GCM de SP