segunda-feira, 26/10/2026

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Eleições 2026: Reação de Caiado, Zema e Renan Santos à vitória de Lula; Cury permanece em silêncio

A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais deste domingo (25) gerou uma série de reações entre os políticos que participaram do primeiro turno. As manifestações, que…

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A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais deste domingo (25) gerou uma série de reações entre os políticos que participaram do primeiro turno. As manifestações, que vão desde críticas à legitimidade do processo eleitoral até o reconhecimento do resultado, refletem o clima polarizado que marca a política brasileira.

O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), não poupou palavras ao criticar a eleição. Ele alegou, sem apresentar evidências, que Lula teria realizado um “golpe à la Venezuela”, desqualificando o processo como alarmista e repleto de mentiras. Em suas redes sociais, Zema se mostrou insatisfeito com a condução da disputa e fez acusações de disseminação de notícias falsas por parte dos apoiadores do PT, chamando a eleição de “a mais mentirosa que já vi no Brasil”.

Por outro lado, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), optou por uma abordagem mais conciliadora. Em coletiva de imprensa em Goiânia, ele reconheceu a vitória de Lula, embora esperasse uma renovação política com a candidatura de Flávio Bolsonaro. Caiado enfatizou que, como democratas, é fundamental respeitar a decisão das urnas, ressaltando a importância da vontade popular.

O novo governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), também se manifestou, destacando a necessidade de uma postura responsável por parte do governo federal e defendendo a não retaliação aos estados que não optaram por Bolsonaro. Para Vilela, a soberania da votação é inegável e deve ser respeitada por todos.

Renan Santos, ex-candidato à Presidência pela Missão, teve uma visão diferente, afirmando que não houve fraudes na eleição e elogiando a campanha de Lula, que classificou como “colossal”. Ele observou que a rejeição ao bolsonarismo foi um fator decisivo para a derrota de Flávio, sugerindo que o antibolsonarismo é mais forte que o antipetismo. Renan também pediu cautela aos apoiadores do ex-presidente, aconselhando-os a evitar protestos que possam levar a conflitos.

Por fim, o escritor Augusto Cury, que havia se posicionado a favor de Flávio Bolsonaro, ainda não se manifestou publicamente sobre o resultado da eleição até o fechamento desta matéria. A expectativa agora é como esses posicionamentos e as reações dos políticos moldarão o cenário político nos próximos anos.

Crédito da imagem: Cury, Renan Santos, Caiado, Zema