segunda-feira, 26/10/2026

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Engenheiro ferido em ato a favor de Lula no litoral é levado para hospital em São Paulo

Um episódio trágico abalou a cidade de Santos, onde o engenheiro ambiental e mestrando Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, foi brutalmente agredido e roubado por um grupo de pelo menos sete homens.…

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Um episódio trágico abalou a cidade de Santos, onde o engenheiro ambiental e mestrando Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, foi brutalmente agredido e roubado por um grupo de pelo menos sete homens. A agressão ocorreu na madrugada de sábado (24), após Marcelo se afastar de um ato em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Atualmente, ele se encontra em estado grave no Hospital São Paulo, na capital paulista, após ter sido transferido com traumatismo craniano.

Marcelo estava assistindo a uma apresentação da Banda Esquerdantina quando decidiu ir ao banheiro, mas não retornou. Seu sumiço levantou preocupações entre os amigos, que começaram a procurá-lo. Infelizmente, ele foi encontrado desacordado em uma esquina da Avenida Conselheiro Nébias. Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que ele foi cercado e agredido por um grupo de homens, que também roubaram seu celular e outros pertences.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmou que a Polícia Civil está investigando o caso. Em nota, a SSP informou que o boletim de ocorrência retrata a violência sofrida por Marcelo e o roubo de seus bens. A polícia trabalha para esclarecer os detalhes do crime e identificar os responsáveis.

A Prefeitura de Santos informou que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e levou Marcelo para a Santa Casa de Santos, onde recebeu os primeiros atendimentos. Apesar da rápida resposta dos serviços de emergência, o estado de saúde do engenheiro se deteriorou, levando à sua internação na UTI.

A Banda Esquerdantina, que organizou o evento, expressou sua indignação e pediu justiça. Em uma declaração, o grupo manifestou solidariedade a Marcelo e sua família, além de rechaçar qualquer forma de homofobia, ressaltando a necessidade de combater o ódio que permeia a política atual. O caso gerou uma onda de repúdio entre os moradores de Santos, que clamam por respostas e por uma ação efetiva das autoridades.