quarta-feira, 28/10/2026

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Ministério Público solicita que caso de disparo relacionado a deputado do PL em bar de SP seja julgado na 1ª instância

O caso do deputado estadual Marcelo Aguiar (PL) continua a gerar repercussão em São Paulo após o incidente que ocorreu em um bar no Itaim Bibi no último dia 19 de outubro. O Ministério…

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O caso do deputado estadual Marcelo Aguiar (PL) continua a gerar repercussão em São Paulo após o incidente que ocorreu em um bar no Itaim Bibi no último dia 19 de outubro. O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) solicitou que o Tribunal de Justiça (TJ-SP) reencaminhe a investigação para a primeira instância, argumentando que a situação não está relacionada ao exercício das funções do parlamentar na Assembleia Legislativa.

Marcelo Aguiar foi detido na mesma noite em que disparou sua arma de fogo, mas foi liberado após prestar depoimento. Testemunhas relataram que o deputado apresentava sinais claros de embriaguez e estava importunando mulheres antes do disparo acidental que atingiu o pé do apresentador Fred Bruno, do Globo Esporte. Bruno compartilhou nas redes sociais a experiência de sentir o impacto do tiro em meio ao tumulto no bar.

O deputado, que já enfrentou outras polêmicas, pediu licença médica remunerada por duas semanas, com início na data do incidente. O motivo da licença não foi esclarecido, e a Justiça ainda não se manifestou sobre o pedido do MP-SP. Enquanto isso, o caso segue em apuração pela Polícia Civil, que também investiga as acusações de importunação sexual e o uso de uma placa oficial da Alesp em um veículo não registrado.

Fica claro que a situação é complexa e envolve não apenas a responsabilidade do deputado, mas também um debate mais amplo sobre o comportamento de figuras públicas. A reação da Comissão de Ética da Alesp e as investigações em curso poderão trazer mais esclarecimentos sobre o ocorrido e suas implicações. A sociedade aguarda ansiosamente por desdobramentos e pela Justiça nesse caso que, sem dúvida, afeta a imagem da política local.

Crédito da imagem: Polícia de SP não fez bafômetro em deputado do PL